Em 2019, no primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro (PL), foi aprovada a liberação do 13º do Bolsa Família. Entretanto, contra as expectativas e promessas, o acréscimo do benefício não se tornou permanente nos anos seguintes. Algumas notícias passaram a circular, sugerindo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria o culpado pelo fim do 13º. Diante disso, o governo federal respondeu às polêmicas. Diferentemente do presidente Bolsonaro, Lula nunca se comprometeu a liberar um pagamento extra no final do ano. O governo justificou a ausência do benefício, ressaltando que o Bolsa Família não prevê o pagamento do 13º. O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) garantiu que Lula não tem relação com o fim do 13º do Bolsa Família. O ministro Wellington Dias afirmou que não haviam planos para tal liberação. O 13º foi liberado em 2019 através de uma Medida Provisória, porém, o texto não passou pelo Congresso Nacional, perdendo sua validade. Com isso, não houve pagamento do 13º em 2020, 2021 ou 2022. Apesar da ausência do 13º salário, o governo ressaltou que, desde março, há inclusão de bônus que beneficiam famílias mais numerosas. Os valores do benefício incluem: R$ 600 por família; R$ 150 para crianças de 0 a 6 anos; R$ 50 para crianças de 7 anos até jovens de 18 anos e gestantes; R$ 50 para bebês de até 6 meses. Mais detalhes podem ser encontrados na imagem abaixo. quanto ao próprio conteúdo, Lila Cunha, autora do artigo, é jornalista e atua na profissão desde 2013, como está indicado em suas redes sociais: @liilacunhaa, e-mail: [email protected] 
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