O governo federal relançou o programa Bolsa Família este ano com o intuito de oferecer auxílio financeiro às famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social ou econômica. No entanto, o programa foi alvo de fraudes, o que levou o governo a tomar medidas para evitar novas ocorrências.

As mudanças no programa Bolsa Família incluem a criação de mecanismos em parceria com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União para evitar fraudes. Algumas das mudanças incluem:

– Checagem das informações fornecidas pelos usuários por meio do CadÚnico
– Cruzamento de dados com prefeituras e ministérios
– Verificação das informações fornecidas com carteira de trabalho, cadastro de servidores e carteira de motorista
– Maior rigor na fiscalização para direcionar os recursos corretamente

Além disso, o programa estipula que a renda mensal per capita dos beneficiários não deve ultrapassar R$ 218, e o pagamento mínimo é de R$ 600 por mês para as famílias inscritas no programa. O governo federal gasta cerca de R$ 300 bilhões anualmente para atender cerca de 20 milhões de famílias brasileiras.

Outra medida adotada foi a restrição do pagamento para famílias compostas por apenas uma pessoa, e municípios possuem um limite de concessão desse tipo de benefício. As possíveis famílias beneficiadas passaram a ser definidas com base na média do Censo para evitar fraudes.

Para mais informações sobre o programa de transferência de renda do governo federal, acesse este link.

Como jornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco, Danielle Santana acumulou experiência nas editorias de economia, cotidiano e redes sociais em veículos de comunicação renomados. Ela já atuou como repórter no Jornal do Commercio, Diario de Pernambuco e Folha de Pernambuco, além de experiência como assessora de imprensa.

Fonte: [FDR](https://fdr.com.br)